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QUAL IMPACTO A REDE SOCIAL ESTÁ TENDO EM SUA AUTOESTIMA?


Já notaram como a vida é perfeita e cheia de felicidade nos diversos perfis das mídias sociais? Não se engane! Ninguém é perfeito e todos temos problemas, os posts que vemos são apenas uma única face do que querem mostrar. Afinal, a sua visão de si mesmo pode estar ofuscando sua percepção.  A imagem que temos de nós mesmos não é herdada e sim aprendida. Ao longo da nossa vida adquirimos informações que são continuamente armazenadas por nós em forma de crenças.


Assim, a relação que estabelecemos com o mundo externo desenvolve em nossa mente uma imagem de como acreditamos que ele seja. Os fracassos e sucessos, os medos e inseguranças, as sensações físicas, os prazeres e desgostos organizam-se em uma imagem interna sobre sua própria pessoa.


Seja exigente conforme suas possibilidades e capacidades reais, pois, às vezes, ao almejar as mesmas coisas que vemos nas mídias sociais, traçamos metas que a curto prazo podem ser irreais.  Ainda, quando começamos a perceber que tais metas não serão atingidas, surge o sentimento de frustração, que reforçam as crenças disfuncionais, por exemplo, de que não somos bons o suficiente, de que fracassamos em tudo que atuamos, enfim, e assim criamos um mecanismo defensivo que é o de desistir sem antes mesmo começar. Então, antes de mais nada, reveja suas metas: coloque-as em degraus alcançáveis por você e aproveite e comemore cada submeta alcançada. E claro, comparar suas metas com o de outras pessoas pode sim ser salutar – mas lembre-se apenas de que os posts de mídias sociais não são referência para comparação.


Portanto, tenha mais generosidade com você! Pois, felizmente, nós não somos perfeitos

e não atingir alguma meta não nos torna uma pessoa horrível. Pense em você de forma carinhosa e tente não se cobrar demais. A modificação de crenças que a pessoa tem sobre si própria é o principal objetivo da terapia cognitiva. Essas mudanças podem ser específicas ou gerais dependendo da demanda de cada caso.


Além disso, na terapia o paciente aprende a ser menos autocrítico, compreendendo o porquê daquele sentimento, aprende a não julgar suas diferenças e inadequações, e a substituir a autocrítica por uma resposta mais amável, capacitando- nos assim a mudar o que deve ser mudado. O psicólogo é alguém que, sem críticas ou julgamentos, o acompanha nessa jornada de autodescoberta.




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