A vida nos enche de motivos para Celebrar. É só prestar atenção aos detalhes para ver que, ao nosso redor, existem inúmeras razões para festejar, comemorar, reunir e partilhar.

© 2016 Revista Celebrar - Todos os Direitos Reservados - Este Site Foi Orgulhosamente desenvolvido por: Agência Integre

  • Instagram
  • Facebook
  • YouTube
Enviar a matéria pelo WhatsApp

Individualidade Bioquímica e a dieta personalizada


“Eu posso fazer a mesma dieta da minha amiga? Quem nuca ouviu isso: “Se ela teve resultado com essa dieta, eu também terei.” Isso é um grande engano, entenda o porquê.

São muitas variáveis que precisam ser avaliadas pelo seu nutricionista antes dele elaborar o seu plano alimentar.

Não é porque o alimento é considerado saudável que pode ser consumido por todos os tipos de pessoas. Cada organismo lida de uma maneira diferente com o mesmo alimento. Há também vários tipos de dieta, alguns respondem melhor com uma dieta Low Carb, outros com uma dieta Hiperprotéica e assim por diante.

Você já deve ter ouvido falar em individualidade bioquímica, nutrigenética e nutrigenoma. Vamos contextualizar:

A Individualidade bioquímica significa que cada organismo é único, com um METABOLISMO único, com necessidades nutricionais únicas, deficiências únicas, desequilíbrios únicos.

Já a Nutrigenética refere-se às interações entre os hábitos dietéticos e o perfil genético de cada indivíduo. Observa as respostas individuais frente as modificações na dieta, e que estas diferenças são causadas pela presença ou ausência de marcadores biológicos específicos, geralmente polimorfismos genéticos. É uma ferramenta para ajudar os nutricionistas a criarem dietas personalizadas de acordo com o perfil genético do seu paciente.

Por exemplo, você nasce com uma predisposição genética para obesidade, sua família é composta por obesos. Passa na sua cabeça que você será um grande candidato a ser também.

Mas aí vem a Nutrigenômica que estuda os diferentes nutrientes em relação às mudanças que estes podem causar na expressão gênica. E te explica que muitas vezes GENÉTICA NÃO É DESTINO! Existem vários genes relacionados à obesidade. Vou dar um exemplo, alguns alimentos atuam no receptor da Leptina (hormônio que faz a conexão neural e sinaliza o corpo que está saciado), enquanto outros alimentos, intensificam a sua tendência genética, provocando mais vontade de comer.

Nós carregamos milhares de genes que expressam características que sofrem influencia dos nossos hábitos e estilo de vida, desde a nossa infância. Somos únicos, nossa digital é única, então porque suas necessidades nutricionais serão?

A dieta tem que ser PERSONALIZADA!

Quando a sua individualidade bioquímica é respeitada, o seu corpo recebe as quantidades específicas de nutrientes e micronutrientes que seu corpo necessita e fica mais fácil de você conseguir realizar o seu objetivo, seja ele: performance no esporte, emagrecimento, melhorara a qualidade de vida, prevenir ou curar doenças, aumento de massa magra, longevidade.


7 visualizações