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Budapeste


É fato: quem vai a Budapeste, volta apaixonado. Uma cidade belíssima, imponente,com uma atmosfera leve e descomplicada (tirando o idioma húngaro, que é supercomplicado.) Ao mesmo tempo, contrastando com essa beleza que chega a hipnotizar, há uma história devastadora, dessas de arrepiar, que nos mostra o poder absurdo que alguns povos têm para se reerguer do caos.

A Hungria foi ocupada pelos Nazistas e pelos Soviéticos há, relativamente, pouco tempo. Sem falar das invasões turcas, austríacas, entre outras no passado. O país perdeu 2/3 de seu território e foi derrotado em todas as guerras em que participou(parece ter a maldição de escolher constantemente o lado errado, além de estar geograficamente quase sempre no meio do caminho de conflitos).

Durante a Segunda Guerra Mundial, Budapeste sofreu grandes bombardeios aéreos dos aliados que destruíram parcialmente a cidade. Ao fim da guerra, caiu sob o poder soviético.

Em outubro de 1956, a cidade se levantou contra o governo e a influência soviética,colocando um fim na intervenção das tropas soviéticas.

Com a queda da União Soviética em 1989, a Hungria abandonou o comunismo e recuperou sua liberdade, nascendo assim a República Húngara.

Em 2004, a Hungria passou a fazer parte da União Europeia.

As lembranças desse período sombrio estão por todas as partes, mas definitivamente os húngaros nos dão uma lição de superação.

Quem vai a Budapeste tem o bônus de conhecer DUAS cidades na mesma viagem,que estão separadas pelo Rio Danúbio: de um lado, BUDA, do outro lado,está PESTE.

Mas continuamos explorando a Budapeste no próximo texto.

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