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Outubro Rosa: Mulheres que celebram a vida! Sumara Garcia


Cada semana, durante o Outubro Rosa, a Revista Celebrar está contando histórias de mulheres que descobriram o câncer de mama. Hoje vamos conhecer a professora Sumara Garcia, que encontrou nos netos motivação para enfrentar a doença.

Tudo estava muito bem na vida de Sumara. Perto do natal veio a notícia que abalou a todos ao seu redor. No fim de 2014 descobriu que estava com câncer em uma das mamas, era do tipo mais grave e poderia se alastrar rapidamente para outras partes do corpo.

“Eu fiquei assustada, pensava na morte. Ao mesmo tempo que estava preparada para morrer, não queria me despedir. Tinha dois netos na época, muito novos, queria curtir cada momento da vida deles”, lembra.

Sumara, foi criada em lar evangélico, sempre teve muita fé. E foi em Deus que encontrou a primeira força para seguir em frente. Em seguida veio o suporte da família.

“O nosso natal foi diferente, sempre festejamos e lembramos do nascimento de Jesus, mas naquele ano fizemos um culto familiar agradecendo e pedindo a Deus um milagre. Com meu marido, filhos, noras, genro e neto, cantamos hinos, oramos. Foi uma noite muito especial”, afirma.

Quando olhou para os netos a professora teve ainda mais coragem para enfrentar um tratamento difícil. Fez cirurgia em Dourados, retirou uma parte do seio. Foram quase dois anos de várias quimios e rádios. “É uma das coisas mais complicadas da vida. Minha imunidade baixou. Me sentia fraca. Tinha dores. Passei mal. Mas sabia que não podia desistir”.

Sumara resolveu ocupar a cabeça com outros afazeres. Nos dias que se sentia melhor, comandava uma reforma na casa e o mais especial; decidiu realizar um sonho. Construiu uma casa de madeira para os netos nos fundos de casa.

“Se eu ficasse parada, sofrendo, pensando na doença eu não ia aguentar. Vejo que a forma que encaramos o câncer, faz toda diferença na recuperação. Eu tentei trabalhar minha mente. Não me revoltei e lutei muito”.

Hoje são três netos, Lucca, Betina e a caçula Bella que nasceu em 2015.

“O tratamento ainda não terminou, ainda tenho a saúde debilitada. Mas vivo feliz com meus netos e agradeço a Deus por ter me dado essa oportunidade de brincar e cuidar deles. Agora estou esperando mais netos chegarem para esta casa ficar ainda mais cheia.”, diz animada.

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